O site G1, do grupo Globo, publica hoje notícia sobre pesquisa a respeito de uma possível explicação biológica para o comportamento sexual (endereço abaixo):
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL602802-5603,00.html
Ontem, fui ver o Incrível Hulk que estreou na última sexta. Hulk é a conseqüência de uma alteração genética causada por exposição a raios gama. O pacífico professor Bruce Banner quando “nervoso” se transforma numa criatura violenta, com força destruidora descomunal, capaz de resistir a armamentos variados do exército, mas que se acalma diante da presença e apelos de sua amada Dra. Elizabeth Ross.
O Hulk, símbolo da criação militar, tal qual Sansão bíblico, perde a força diante do apelo de seu amor.
Os seres vivos, nos ensinaram, são semelhantes a Deus, já que foram criados à sua imagem e semelhança.
A natureza em seus arranjos misteriosos participa desta criação que o ser humano teimosamente tenta interferir. Na ficção esta interferência criou o Hulk. Na vida real, é possível detectar alguns pequenos Hulks que os homens acabaram modificando na medida que continuaram concentrando riquezas e não combatendo a fome, a injustiça, a busca incessante pelo poder.
Se os homossexuais masculinos tem o cérebro mais parecido com o da mulher e as lésbicas com o de homens héteros, o que dizer dos cérebros dos bissexuais?
Discussão bizantina!
O que importa é que os pequenos Hulks continuam soltos e proliferando.

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