quinta-feira, 3 de julho de 2008

Não fez.. levou!

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O assunto da manhã foi o jogo.
O Fluminense morreu na praia. Correu, lutou, mas não conseguiu.
Tentando ignorar que o juiz era argentino (até para não ser acusado de xenofobia), a arbitragem cometeu falhas que, em minha opinião, prejudicaram o andamento do jogo.
O time do Fluminense não estava em condições físicas ideais. Era visível a perda de fôlego no final da partida. Teriam gás para a prorrogação?
O time do Fluminense não teve sangue frio suficiente na disputa dos pênaltis. Talvez tenha faltado treinamento em pênaltis como o Parreira e Zagalo sempre se preocuparam em fazer enquanto comandavam a Seleção Brasileira.
Não foi um jogo bonito, afinal era uma final e todos (de ambos os times) estavam nervosos. Mas não dava pra esperar muito mesmo. Se fizessem mais do que fizeram, seria o jogo dos deuses.
A torcida foi irretocável. Vibrou, cantou, empurrou o time e, mesmo no final, ao que parece, chorou com classe.
Futebol tem dessas coisas de paixão. Não dá pra ser diferente.
Parabéns a todos.
Uma vitória assim pede forra!
Jogo é jogo!
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